Depoimentos
O que as famílias dizem sobre a Aroeira
Palavras de quem conheceu a casa por dentro — com os detalhes que os sites não costumam contar.
← Voltar ao início7
anos em operação
180+
pessoas atendidas
4,8
nota média de satisfação
93%
retornam ou indicam
Depoimentos
Sandra Costa
Filha de moradora — Porto Alegre, RS
"A minha mãe estava no Lugar Mensal há quatro meses. Quando ia visitá-la, ela me contava coisas que tinham acontecido na semana — os assuntos da mesa, quem tinha trazido bolo na quinta. Isso para mim foi o sinal de que ela estava bem: ela tinha histórias para contar."
Julho de 2025 — Lugar Mensal
Roberto Machado
Filho de hóspede — Novo Hamburgo, RS
"Usamos a estadia de dez dias quando reformamos a casa do meu pai. O relato que a Aroeira entregou no final foi uma surpresa — simples, sem jargão, escrito com atenção. Sabia o que ele tinha comido, como foram as noites, o que ele comentou sobre o jardim. Não esperávamos esse nível de cuidado com a informação."
Junho de 2025 — Estadia de Dez Dias
Lurdes Vargas
Participante da Mesa de Domingo — Moinhos de Vento, Porto Alegre
"Vou à Aroeira todo domingo há seis meses. No começo fui por curiosidade, depois porque a comida é boa, e agora porque tenho lá pessoas com quem converso sobre coisas que ninguém mais tem paciência de ouvir. O Domingo passou a ser o dia que eu mais espero na semana."
Julho de 2025 — Mesa de Domingo
Ana Paula Pereira
Filha de moradora — São Paulo, SP
"Moro em São Paulo e a minha mãe está na Aroeira há cinco meses. A conversa mensal com a Beatriz me dá mais informação do que qualquer visita apressada que eu consigo fazer. Ela não usa linguagem técnica, não fica amenizando nada — conta como foi, com sinceridade."
Julho de 2025 — Lugar Mensal
Carlos Guimarães
Filho de hóspede — Porto Alegre, RS
"Meu pai ficou dez dias enquanto eu estava em viagem de trabalho. Fiquei preocupado porque ele é do tipo que não reclama de nada. Liguei dois dias depois e ele perguntou se eu poderia ir buscar só no décimo dia mesmo, que estava bem. Sinal suficiente."
Junho de 2025 — Estadia de Dez Dias
Marina Nunes
Neta de participante — Belo Horizonte, MG
"Sugeri a Mesa de Domingo para a minha avó quando percebi que ela ficava mais quieta nos domingos. No segundo mês ela me ligou para contar que tinha ensinado a jogada de buraco para uma senhora que nunca tinha jogado. Isso resume bem o que a Aroeira fez por ela."
Julho de 2025 — Mesa de Domingo
Histórias em mais detalhe
Três situações que as famílias enfrentaram e como a Aroeira foi parte da solução.
Caso 01 — Mesa de Domingo
A solidão dos domingos não tinha nome
O que estava acontecendo
Dona Zulmira, 74 anos, morava sozinha no bairro Bom Fim. Saudável e independente, mas os domingos tinham se tornado difíceis. Os filhos moravam em outras cidades e a frequência das visitas foi diminuindo com o tempo.
O que a Aroeira fez
A filha entrou em contato e a Zulmira foi ao primeiro domingo como convidada. Gostou da comida, ficou para a tarde de cartas e pediu para voltar. A partir do mês seguinte virou mensalista. O transporte passou a buscar ela às 11h e trazer de volta às 18h.
O que mudou
Em três meses, a Zulmira passou a comentar os outros dias da semana com referências ao que tinha acontecido no domingo anterior. O domingo virou âncora da semana, não o dia mais comprido. A filha passou a ligar com mais leveza.
"Ela me ligou na segunda-feira depois do segundo domingo. Era a primeira vez em meses que ela ligava para contar alguma coisa que tinha acontecido — não para reclamar nem para me preocupar." — Sandra, filha da Zulmira
Caso 02 — Estadia de Dez Dias
Uma viagem de trabalho que não podia ser cancelada
O que estava acontecendo
Paulo precisava viajar para o exterior por dez dias a trabalho. O pai, 81 anos, morava sozinho e tinha dificuldade com tecnologia — não se sentia seguro em casa sem ter alguém para telefonar caso precisasse.
O que a Aroeira fez
A estadia foi organizada com uma semana de antecedência. O pai chegou com a mala e foi apresentado à equipe e ao quarto no mesmo dia. A Aroeira registrou as preferências alimentares dele e marcou horário de telefonema para casa às 20h todo dia.
O que mudou
Paulo viajou com tranquilidade e o pai ficou os dez dias. O relato escrito que a Aroeira entregou ao final descrevia o que ele tinha comido, as atividades que participou e dois assuntos que ele voltou a comentar em dias diferentes — o que ajudou Paulo a retomar a conversa na volta.
"Meu pai perguntou se podia deixar a mala lá e 'aparecer de vez em quando'. Foi a maior avaliação que ele poderia ter dado." — Paulo, filho do hóspede
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Segunda a sexta: 8h às 18h
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